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VANTAGENS DO ISOLAMENTO
- Reduz perdas ou ganhos de calor e auxiliar na conservação de energia;
- Controla temperaturas e aumentar a eficiência operacional dos processos;
- Previne ou reduz a condensação superficial e interna;
- Controla a temperatura superficial para proteção pessoal e de equipamentos;
- Previne ou reduz os prejuízos causados aos equipamentos diante de um incêndio ou atmosfera corrosiva;
- Protege o meio ambiente através da redução da emissão de gases poluentes;
- Reduz o ruído de sistemas mecânicos.
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Economia com
Ar Condicionado
O Uso do Isolamento térmico em ambiente com ar Condicionado tem redução de até 40% do consumo de energia elétrica.
Os testes mostram que o uso do foil de
alumínio produz reduções significativas no consumo total diário de
energia elétrica no condicionador de ar, em até 40%, em relação à
edificação sem o produto.
Pode-se afirmar que o uso deste produto
contribuirá também para a redução do equipamento necessário para o
condicionamento de ar e, se corretamente empregado em edificações já
condicionadas, diminuirá o período de operação do equipamento de
resfriamento. |
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DUTOS DE VENTILAÇÃO também podem ser isolados garantindo uma maior eficiência e economizando energia. |
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Economia em
Avicultura
Testes realizados em granjas mostram como o investimento em
isolamento térmico tem grande resultado e é recuperado facilmente.
Foi detectado que nos ambientes no qual o produtos foi e inserido, o consumo de gás bem como a mortalidade dos animais, caiu drasticamente, causando a redução dos custos e a melhoria na produção aviária.
O FOIL instalado em granjas, reduzem o calor e ruído gerados pelas telhas metálica é utilizado também para isolar o amianto exigências de órgãos da Saúde e de empresas para exportação.
O FOIL reduz a mortalidade pelo calor o consumo de energia para aquecimento e ventilação na ordem de 70% (gráfico) . Adequando o ambiente com o FOIL garantirá menor custo maior rentabilidade, (gráfico) melhora na conversão alem de resistente e durável não requer manutenção. |
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Matéria feita pelo Jornal do oeste |
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Notícia da Capa
Reportagem Publicada no Jornal do Oeste – Toledo 22/05/02
Avicultura: Isolante pode ser a saída para economia
Nos aviários o sistema de isolante térmico pode reduzir custos em até 70% e melhorar a produção.
Uma pesquisa do engenheiro civil Ernani Magnabosco, realizada em Marmeleiro, Sudoeste do Estado, mostrou que um aviário isolado termicamente pode reduzir em quase 70% o uso de gás e a mortalidade das aves. O trabalho começou em abril do ano passado e durou um ano. O aviário teste tinha 600 metros quadrados. A principal vantagem para o produtor, segundo o engenheiro, é a economia para o produtor com o novo sistema
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Isolante reduz consumo de gás e mortalidade
Ernani e o senhor Arlindo Fabro em Água Branca, Marmeleiro
DA REDAÇÃO
TOLEDO – O engenheiro civil Ernani Magnabosco passou um ano monitorando um aviário isolado termicamente em Marmeleiro, no Sudoeste do Estado, região que se caracteriza pelo inverno com baixas temperaturas e o verão com temperaturas elevadas. O trabalho, começado em abril do ano passado, chegou a uma conclusão interessante para os produtores de aves: economia. De acordo com os dados obtidos pelo engenheiro, no aviário isolado com o Agrofil, da Pentak, o consumo de gás caiu em 68,80%, sendo que a mortalidade de aves foi reduzida em 69,88%.
"O nosso País, por não ter uma cultura de melhoria térmica de ambiências, joga pela janela bilhões de reais. A baixa produtividade nas indústrias, as tentativas de se atacar sempre o efeito deixando a causa intocável, tem causado muitos problemas", ressaltou Magnabosco. E completou dizendo que a avicultura é um dos vários seguimentos que tem "prejuízos como excesso de gastos com fontes de energia na tentativa de diminuir prejuízos, no verão pela incidência de cargas térmicas nos aviários e no inverno com a dissipação de calor, na grande parte, pelos telhados".
Ernani Magnabosco tem uma atuação destacada no Paraná na melhoria térmica de ambiências industriais e comerciais. Para essa pesquisa em Marmeleiro foram escolhidos dois aviários, ambos do avicultor Arlindo Fabro, integrado da Sadia. Os dois aviários possuem a mesma metragem (600 m2) e foram construídos no mesmo sistema, utilizando telhas de fibrocimento, distanciados um do outro 15 metros. Nos aviários são confinados perus de abate para recria, num total de 14 mil aves. Dos dois, apenas um foi escolhido para teste, tendo três fornalhas a lenha e sem proteção de árvores laterais. O trabalho consistiu em monitoramento de oito lotes e o comparativo entre os dois aviários. "As comparações feitas entre os aviários e seus resultados mostram diferenças significativas entre valores e principalmente em economia para o produtor com o novo sistema".
PROTEÇÃO
O engenheiro explica que o isolante térmico tem como característica principal refletir os raios infravermelhos, ou seja, o calor. Uma vez isolado o telhado, se cria uma barreira térmica, tanto para o calor gerado pelo telhado, como o calor gerado pelas aves e equipamentos. "No inverno as fontes geradoras de calor têm um forte aliado. O calor praticamente não chega ao telhado, fonte de maior dissipação de calor, sendo refletido para o meio que o gera", destaca, lembrando que a economia de gás - e de outras fontes geradoras de calor – "está evidente. Nesse aviário que serviu de teste, a economia de gás, foi de aproximadamente 69 %. Isso demonstra que para mantermos o aviário em sua temperatura recomendada usou-se menos energia – gás e lenha".
FUTURO
Sobre os resultados de sua pesquisa, Ernani Magnabosco disse que há cinco anos trabalha exclusivamente em melhorias de ambiências desequilibradas termicamente. "Foram milhares de metros quadrados de centros de convenção, ginásios de esportes, indústrias, residências, escolas,bancos , depósitos, supermercados, etc.. |
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AVIÁRIOS (8 Lotes Tabulados) |
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Tipo |
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Consumo de gás (kg) |
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Mortalidade (aves) |
Sem Isolante |
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967 |
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4.117 |
Com Isolante |
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573 |
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2.423 |
Diferença |
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394 |
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1.694 |
Percentuais |
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68,80% |
|
69,88% |
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Testes realizados por empresa Avícola de grande porte
Relatório Comparativo de Lotes |
| Alojamento |
Galpão com "Top Foil" |
Galpão sem "Top Foil" |
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| Data de Chegada |
2/5/1998 |
16/5/1998 |
| Linhagem |
Ross |
Ross |
| Fornecedor |
Agroceres |
Agroceres |
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| Resumo Estatístico - Período de Recria (01 a 24 semanas) |
| Quantidade de Fêmeas Alojadas no 1º dia |
10.253 |
10.197 |
| Densidade por m² (Fêmeas de 1º dia) |
5,93 |
5,90 |
| Viabilidade das Fêmeas (%) |
94,55% |
94,35% |
|
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| Consumo de Ração por Ave Inicial (Kg) |
| Fêmeas |
13,077 |
13,710 |
| Machos |
1,724 |
1,811 |
| Consumo Total |
14,801 |
15,521 |
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| Resumo Estatístico - Período de Produção (25 semanas) |
| Descarte |
| Idade de Descarte do Lote |
68 |
68 |
| Data de Descarte do Lote |
22/8/1999 |
5/9/1999 |
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| Densidade por m² (Fêmea de 25 semanas) |
5,61 |
5,57 |
| Viabilidade Final das Fêmeas (%) |
86,70% |
83,23% |
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| Consumo de Ração por Ave Alojada (Kg) |
| Fêmeas |
42,286 |
43,508 |
| Machos |
4,104 |
4,303 |
| Consumo Total |
46,390 |
47,811 |
| Total Geral |
61,191 |
63,332 |
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| Produção de Ovos |
| Postura Natural por Fêmea Alojada |
197,12 |
194,27 |
| Média de Postura |
68,19% |
64,55% |
| Pico de Postura |
84,91% |
83,12% |
| Nº de Semanas em Produção (Acima de 5%) |
43 |
42 |
| Semana do Pico de Produção |
31 |
31 |
| Quantidade de Semanas acima de 80% |
8 |
6 |
| Ovos Incubáveis / Fêmea Alojada (Quant.) |
183,46 |
180,65 |
| Aproveitamento de Ovos |
93,07% |
92,99% |
| Ovos Férteis Vendidos por Fêmea Alojada |
0 |
36,35 |
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| Eclosão |
| Média de Eclosão Pintos de Primeira |
82,49% |
81,89% |
| Média de Eclosão Pintos de Segunda |
1,38% |
1,42% |
| Média de Eclosão Pintos Totais (1ª + 2ª) |
83,87% |
83,31% |
| Média de Eclosão Total (Venda + Eclos. Própria) |
83,87% |
83,53% |
| Total de Pintos por Ave Alojada (Eclos. Própria) |
153,87 |
120,22 |
| Pintos Provenientes de Ovos Férteis |
0 |
30,68 |
| Total Geral de Pintos (1ª + 2ª) por Ave Alojada |
153,87 |
150,90 |
| Total Geral de Pintos (1ª + 2ª) por Ave Inicial |
145,48 |
142,37 |
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| Conversão Ração p/ Pinto 1ª - Período Total |
0,421 |
0,445 |
| Conversão Ração p/ Ovo Incub. - Período Total |
0,334 |
0,351 |
| Diferença de Pintos por Ave Alojada |
2,97 |
- |
| Custos Operacional do Pintinho |
0,2662 |
0,2815 |
| (Considerando Ração como 40% do custo operac.) |
| (Utilizando Custo da Ração como R$ 253,12 / ton) |
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| Diferença de Custo por Pintinho Vendável |
0,0153 |
- |
| Rentabilidade a Maior do Lote com "Top Foill" |
R$ 22.867,89 |
- |
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FONTE: PENTAK |
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